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Porto Real é o primeiro no ranking de incidência de raios no Estado do Rio de Janeiro

Instituto afirma que é mais fácil ser atingido por um raio no Brasil a ganhar na loteria


Carlos Moraes/Agência O Dia
Urbanização dos municípios pode explicar o aumento na incidência dos raios

O município de Porto Real é o recordista do Estado do Rio de Janeiro, registrando uma média de 27 descargas atmosféricas por km² ao ano, seguido por Barra Mansa, com 22,4 e Volta Redonda, com 22,2 incidências, todos localizados no sul fluminense, de acordo com o ELAT (Grupo de Eletricidade Atmosférica) vinculado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) apresenta neste ano novo ranking de incidência de raios no Brasil, referente ao biênio 2009-2010.

Segundo com o órgão, vinculado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), apresenta neste ano novo ranking de incidência de raios no Brasil, referente ao biênio 2009-2010. Nos últimos 10 anos (2000 a 2009), a chance de ser atingido por um raio no país foi de 8 em um milhão. Todas estas probabilidades são maiores do que aquela de acertar a loteria com um palpite simples (1 em 50 milhões).

Em cidades grandes – com mais de 900 km², o máximo aumento registrado foi de 97%. Os municípios com menos de 100 km² sofreram aumentos de densidade que chegaram a 320% no último biênio quando comparado à média dos dois anos anteriores. Nas cidades acima de 200 mil habitantes o aumento foi de 11%. Para o Instituto, a urbanização dos municípios pode ser apontada como uma das principais responsáveis pelo aumento.

- No ranking dos municípios por Estado percebe-se que, com exceção do Mato Grosso do Sul, a liderança é de municípios pequenos, mostrando que cidades menores têm maior chance de ter um valor de densidade maior por uma questão puramente circunstancial. Por outro lado, os valores máximos encontrados em todos os Estados são bastante elevados, com exceção do Espírito Santo que possui um valor máximo moderado. Os máximos nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro ultrapassam o máximo registrado no Estado americano da Flórida (16 raios / km² ao ano), área com maior incidência dos Estados Unidos.

A explicação é do Dr. Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT, que reitera que 90% de mortes por queda de raios ocorreram em situações que poderiam ter sido evitadas se as pessoas tivessem mais informações.

O instituto revela que os dados reforçam pesquisas anteriores que apontam para o aumento na incidência de raios, principalmente nos grandes centros urbanos.



Sudeste lidera ranking de mortes 
O Sudeste foi a região onde mais pessoas morreram (29%) e a probabilidade de se morrer por um raio no Espírito Santos é de 5 em um milhão. Os números levaram o Programa Casa Segura - projeto que visa levar informações sobre a necessidade de adequação das instalações elétricas nas residências – desenvolvido pelo Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre, que difunde o uso e aplicações do cobre) a ampliar o número de alertas e campanhas para que se faça a manutenção de casas e edifícios.

Morrem, em média, 132 pessoas por ano no Brasil, vítimas de raios. O recorde registrado aconteceu em 2001, quando foram registradas 193 mortes.

De acordo com o engenheiro eletricista e consultor do Procobre, Hilton Moreno, edifícios localizados em região com maior concentração de raios devem instalar e fazer manutenção periódica dos sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), popularmente conhecidos como para-raios.

- O custo de um para-raio é quase desprezível em relação ao valor de construção de um imóvel, é uma medida de segurança que deve ser implantada e fiscalizada pelo menos uma vez ao ano.

O sistema protege diretamente a estrutura do edifício e indiretamente os moradores contra as descargas elétricas no momento de uma queda de raio. Já os aparelhos eletrônicos não são protegidos pelo para-raios, pois normalmente a descarga elétrica que causa danos a estes equipamentos vem pelas redes de distribuição das concessionárias, por isso, além do para-raios, é preciso avaliar se a instalação do sistema de aterramento do imóvel está correta e, em casos de edificações antigas, se existe.

Para aumentar a segurança contra queimas de aparelhos, é muito importante também a instalação dos chamados dispositivos protetores de surtos (DPS).

Atualmente a maioria dos municípios brasileiros possui normas que regulamentam as construções para a instalação correta de meios de proteção contra raios. A fiscalização é feita pelo Corpo de Bombeiros. Segundo Moreno, o risco maior está nas construções ou reformas feitas sem apoio de empresas especializadas.

O Brasil é hoje o campeão mundial de raios e deverá continuar sendo. De acordo com o ELAT, as observações feitas por satélite já indicam um aumento de 18% na incidência de descargas atmosféricas nos últimos dez anos e a tendência é de que ocorra um acréscimo ainda maior nas próximas décadas.

Os dados da pesquisa da ELAT, referentes ao período entre 2009 e 2010, foram elaborados para nove estados brasileiros das regiões sul, sudeste e centro-oeste. O estudo tem o intuito de orientar a sociedade sobre a incidência de raios, além de gerar informações estratégicas para o setor elétrico.


fonte: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/porto-real-e-o-primeiro-no-ranking-de-incidencia-de-raios-no-estado-rio-de-janeiro-20110510.html

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