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Governo prepara projeto para celular funcionar como cartão de banco



JULIO WIZIACK
DE SÃO PAULO


O governo prepara um projeto de lei que criará regras para o uso de "moedas eletrônicas", o que abriria caminho para as operadoras de telefonia prestarem serviços financeiros aos bancos via celular.


A Folha apurou que o projeto, que deve chegar ao Congresso em agosto, permitirá que as teles ofereçam pagamentos de contas, pequenos empréstimos e o recebimento de benefícios como aposentadoria --tendo por trás uma instituição financeira.
Análise: Teles terão que se esforçar para competir com setor bancário


A Caixa Econômica Federal já estuda efetuar o pagamento do Bolsa Família via celular.
Além disso, as teles pressionam para que o projeto inclua a permissão de transações de pequeno valor sem vinculação a bancos.


Nesse caso, um torpedo, por exemplo, funcionaria como uma "moeda eletrônica".
A ideia de que as operadoras transfiram valor sem passar pelos bancos não agrada às instituições financeiras, mas o cenário em que celulares funcionam como "agências virtuais" significa economia e novos negócios.


A oferta de serviços pelo internet banking já fez cair os custos das transações bancárias. Com o celular, estima-se que haverá queda de mais 25% desses custos.
Sem contar que não será preciso abrir agência em locais sem potencial de receita --e nos quais as teles já estão. Quem tiver um celular nesses locais não precisará ir a outra cidade para fazer saques. Seria usar o aparelho nas lojas que tiverem máquinas de débito ou crédito. As operadoras receberiam pela prestação desses serviços.
Mas tudo isso só acontecerá plenamente para quem usar um smartphone 3G --estima-se que 27 milhões de brasileiros possuam hoje esses aparelhos.



NOVA MOEDA

Para que as telefônicas possam transferir valores diretamente, será preciso alterar o próprio conceito de moeda. Hoje, só há o real.
O que os técnicos avaliam é uma forma de permitir que um torpedo, por exemplo, venha a ser usado como "dinheiro" --e que possa valer como crédito trocado entre os diversos clientes das operadoras para acertar "pequenas dívidas".


Um exemplo: dois amigos se encontram para almoçar. Um paga a conta porque o outro está sem dinheiro. Este devolve por torpedo o valor ao amigo, que pode usar o crédito para quitar sua conta de telefone.
Inicialmente, o governo pensou em baixar as normas por meio de regulamento.
Mas o grupo de trabalho formado por representantes do Ministério da Fazenda, do Banco Central e do Ministério das Comunicações concluiu que seria preciso legislação específica.


As operadoras começam a preparar seus sistemas para permitir produtos desse tipo. A decisão é uma vitória para a Vivo, que já tem o sistema tecnológico preparado para funcionar como "banco".
Líder do mercado de celular, com uma cobertura de quase 85% do território nacional, ela está presente em lugares nos quais nem sequer existe agência bancária.
O QUE JÁ EXISTE


As outras operadoras avançam com cautela nessa direção. A Oi já oferece pagamentos via celular, mas eles só ocorrem pela função crédito.
Além disso, as transações são feitas via torpedos trocados entre a máquina eletrônica do lojista e o celular (previamente cadastrado pelo site da operadora e atrelado a um novo cartão emitido pelo Banco do Brasil).


Em vez de digitar a senha na máquina, o cliente envia o código por torpedo. A máquina, então, realiza a operação com o banco.
Por esse modelo, a Oi apenas presta um serviço de telecomunicação (troca de torpedos).


Dependendo da extensão da nova lei, as operadoras seriam intermediárias nas transações financeiras, que apareceriam na tela como se fossem aplicativos.


Alex Argozino/Editoira de Arte/Folhapress
Fonte: Folha de S.Paulo

Site do Senado cassou Demóstenes antes da hora; senador fazia defesa



Agência oficial publicou que senador tinha sido cassado, 40 minutos antes do resultado

BRASÍLIA - Uma gafe e tanta. A Agência Senado noticiou que o agora ex-senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) havia sido cassado sem sequer a votação da cassação ter iniciado. E no momento que Demóstenes ainda fazia sua defesa no plenário. Às 12:49h, o site oficial do Senado manchetou : "Demóstenes está inelegível até 2027". Nesse momento, o senador tentava salvar seu mandato, fazendo sua defesa. O site tentou adiantar seu trabalho, mas o texto foi parar na sua capa.
O texto dizia que "Por votos a , o senador por Goiás teve seu mandato cassado pelo plenário do Senado, que o considerou culpado da acusação de envolvimento com esquema de Carlinhos Cachoeira". Fica claro que aguardavam apenas o resultado da votação. Quatro minutos depois, às 12:53h, o texto tinha sido retirado da página do Senado.
O resultado da votação mesmo só foi conhecido às 13:32hs, quando o senador José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, encerrou o processo de votação, que durou poucos minutos, e o resultado apareceu.
Fonte: OGlobo

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