JORNAL CIDADE EM FOCO AZ: 26/04/2011

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Advogado não tem direito a prisão privilegiada na falta de pagamento de pensão

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a condição de advogado não garante ao devedor de pensão alimentícia o cumprimento da ordem de prisão em condições privilegiadas. Ao negar habeas corpus a um advogado de Rondônia, que havia deixado de pagar pensão à filha, os ministros da Terceira Turma entenderam que as condições especiais estabelecidas no Estatuto da Advocacia não cabem nas prisões civis. A decisão foi unânime.

O advogado, que está em sala administrativa – cômodo reservado para presos civis em penitenciária –, pedia que fosse recolhido em sala de Estado Maior ou prisão domiciliar, em razão de sua condição profissional. Por sala de Estado Maior, conforme definiu o Supremo Tribunal Federal (STF), entende-se um cômodo sem grades dentro de estabelecimento militar, equivalente em higiene e conforto às dependências usadas pelos oficiais que assessoram o comandante.

O Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia já havia negado a transferência do advogado, mas permitiu que ele se ausentasse do presídio durante o dia para trabalhar. Segundo a corte estadual, o regime fechado imposto pelo juiz de primeiro grau era inadequado, pois o preso não poderia trabalhar e quitar sua dívida, sendo melhor abrandar o cumprimento da prisão durante o prazo fixado. O acórdão determinou ao advogado que se apresentasse todos os dias no presídio às 19h30, sendo liberado às 6h, inclusive aos sábados e domingos, desde que comprovasse o trabalho.

Prisão civil

O Ministério Público opinou pela denegação do habeas corpus no STJ. Segundo o parecer, “é da jurisprudência da Corte que a prisão civil do devedor de alimentos, enquanto meio de coação ao pagamento da obrigação alimentar, deve ser cumprida em regime fechado”. Somente em situações excepcionais comprovadas pode ser autorizado o cumprimento da sentença em condições especiais.

O relator do caso no STJ, desembargador convocado Vasco Della Giustina, observou que o Estatuto da Advocacia realmente determina o recolhimento de advogados em sala de Estado Maior ou em prisão domiciliar quando forem presos antes de sentença transitada em julgado – privilégio que o STF considera constitucional, nos casos de prisão temporária ou preventiva. Vasco Della Giustina analisou que a norma se aplica somente às prisões cautelares penais e não se reflete nas prisões civis. O magistrado considerou que o pedido de transferência é ilegal, pois “a prisão civil e a prisão criminal possuem naturezas e fundamentos jurídicos distintos”.

Na opinião do relator, a prisão civil já é uma forma de prisão especial, pois os presos nesta condição devem ser levados para estabelecimento adequado ou seção especial da cadeia pública. “A privação da liberdade dos alimentantes inadimplentes deverá ser efetivada em local próprio, diverso do destinado aos presos criminais, o que preserva o devedor dos efeitos deletérios da convivência carcerária”, disse o magistrado.

Prisão domiciliar

Vasco Della Giustina destacou que a jurisprudência admite outras formas de execução da medida restritiva de liberdade, como a prisão domiciliar, somente em casos excepcionais – por exemplo, na hipótese de o indivíduo ser portador de moléstia grave, necessidades especiais ou idade avançada e o estabelecimento prisional não poder suprir tais necessidades. E lembrou que o fundamento está na Constituição – princípio da preservação da dignidade da pessoa humana – e não em normas de índole penal.

Ao comentar a hipótese de regime aberto para situações como a do advogado de Rondônia, o relator considerou que “a aplicação dos regramentos da execução penal como forma de abrandar a prisão civil poderia causar o desvirtuamento do instituto, já que afetaria de modo negativo sua finalidade coercitiva, esvaziando por completo a medida de execução indireta da dívida alimentar em detrimento do direito fundamental dos alimentandos a uma sobrevivência digna”.

No mesmo habeas corpus, o advogado, que alega não ter dinheiro para pagar integralmente o débito, pedia a redução do tempo de prisão de 90 para 60 dias, argumentando que o prazo imposto é exorbitante. Contudo, o desembargador convocado Vasco Della Giustina observou que a questão do prazo não foi analisada pelo Tribunal de Rondônia. Como o habeas corpus impetrado no STJ é contra a decisão de segunda instância, este ponto específico não poderia ser analisado.

O número deste processo não é divulgado em razão de tramitar sob sigilo.



fonte: http://www.aasp.org.br/aasp/imprensa/clipping/cli_noticia.asp?idnot=9749

colaboraçao

Gumercindo Muni Advogados

Bolsa Família poderá servir de referência para plano internacional do Banco Mundial

Da Agência Brasil


O exemplo brasileiro da adoção de programas de transferência de renda, principalmente o Bolsa Família, deverá ser tomado como referência pelo Bird (Banco Mundial), que organiza um plano internacional para a próxima década. O foco do banco é a renovação das estratégias de atuação nas áreas de proteção social e trabalho. O secretário executivo do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome), Rômulo Paes de Sousa, representará o Brasil nos debates.

Para Sousa, é necessário observar que os programas de cooperação não se baseiam em venda de bens e serviços.

- É uma abordagem integrada [reunindo vários setores em níveis federal, estadual e municipal] e mais mecanismos diretos. Vamos mostrar o que deu certo e o que não deu certo no Brasil.

Ele vai apresentar o “modelo brasileiro” à direção do banco nesta quarta-feira (27) e sexta-feira (29), em reuniões em Paris. Além do Brasil, foram convidadas autoridades da Costa Rica, Libéria, China, do Bahrein, dos Estados Unidos e da Rússia.

O secretário disse que quatro pilares sustentam a política social do governo brasileiro: o tratamento geopolítico e não comercial do tema, o envolvimento de setores distintos dos governos federal, estadual e municipal, um cadastro eficiente com os nomes dos beneficiados e seus históricos, a integração entre os programas e associação desses elementos com o “Estado forte e sólido”.

- O Brasil não se pauta por interesses geopolíticos ou comerciais para implantar os programas, o exemplo disso é o apoio dado à África. Não há um vínculo comercial para a transferência da nossa tecnologia.



De acordo com Sousa, ao fazer isso, o Brasil mostra que o problema das cooperações [muitas vezes] é a relação de venda de bens e serviços. Estimulamos os financiamentos e há lugar para as instituições multilaterais.

Pelos dados do MDS, de 2003 a 2008 aproximadamente 24,1 milhões de brasileiros deixaram a linha de pobreza. Os programas de transferência de renda condicionada, como o Bolsa Família, atendem a cerca de 12,9 milhões de famílias no Brasil. De 2003 a 2010, mais de 13 milhões de empregos formais foram criados.



fonte: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/bolsa-familia-podera-servir-de-referencia-para-plano-internacional-do-banco-mundial-20110426.html

Brasil: Jennifer Hudson e Claire Danes já estão no país

Jennifer Hudson

Jennifer Hudson e Claire Danes desembarcaram no Brasil, mais precisamente em São Paulo, na manhã desta terça-feira, dia 26, segundo informações do jornal O Dia. Pierre Cardin e Mario Testino também já chegaram.

Para quem não sabe, as duas famosas participam de um evento beneficenteorganizado pela amfAR, que apoia pesquisas sobre a AIDS. Enquanto Hudson será uma das atrações musicais da noite, Claire Danes entregará um prêmio ao estilista brasileiro Francisco Costa (da grifeCalvin Klein) por seu envolvimento na conscientização sobre HIV/AIDS e nas pesquisas sobre a doença.

A festa acontece na próxima quinta-feira, dia 28, na capital paulista.

Sarney diz que episódio envolvendo repórter e Requião foi 'uma questão de temperamento' Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/04/26/sarney-diz-que-episodio-envolvendo-reporter-requiao-foi-uma-questao-de-temperamento-924321345.asp#ixzz1KeTYR0NH © 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

Agência Brasil




BRASÍLIA - O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta terça-feira que foi uma "questão de temperamento" a atitude do colega de partido e presidente da Comissão de Educação, Roberto Requião (PR), que tomou o gravador das mãos do repórter da Rádio Bandeirante s, Victor Boyadjian, por julgar ofensiva a pergunta se abriria mão do pagamento da aposentadoria por ser ex-governador do Paraná.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/04/26/sindicato-dos-jornalistas-protocola-representacao-contra-requiao-924321706.asp#ixzz1KeJfB4ry
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Para Sarney, não tem qualquer "conotação de que se trate de uma agressão à liberdade de imprensa ou de trabalho". O presidente frisou, no entanto, que esse é um episódio que não deveria ter acontecido.
Sarney lamentou o temperamento de Requião e disse que "essas coisas as vezes acontecem independente até mesmo da vontade das pessoas".

- Não posso emitir conceito de valor contra um colega por quem eu tenho o maior respeito e que tem uma vida pública grande neste país - acrescentou José Sarney.
Nesta terça-feira, o presidente do Senado pretende apresentar e votar em plenário os nomes indicados pelas lideranças para compor o Conselho de Ética. Ele desvinculou um fato do outro. Até o fim dessa semana, Sarney também quer indicar o nome do Corregedor do Senado.
Para o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, Lincoln Macário, o ato de Requião foi arbitrário e exige punição exemplar. Segundo o jornalista, o sindicato está concluindo a representação que apresentará ainda nesta terça-feira contra o senador.
- Vamos representar à Mesa do Senado para que seja tomada alguma medida disciplinar. Acreditamos que esse é um caso para advertência e censura (ao senador), conforme prevê o regimento da Casa. Essa punição é necessária para que o exemplo do senador não seja seguido por outras autoridades Brasil afora. Episódios de censura como esse devem voltar ao tempo sombrio ao qual pertencem - destacou o presidente da entidade.


fonte 
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/04/26/sarney-diz-que-episodio-envolvendo-reporter-requiao-foi-uma-questao-de-temperamento-924321345.asp

Recálculo de benefício a aposentados


STF julga recálculo de benefício a aposentados e pode inflar rombo do INSS
Dependendo do resultado do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade ou não da desaposentadoria — retorno do trabalhador aposentado ao mercado de trabalho formal —, o Ministério da Previdência Social terá uma despesa adicional de, no mínimo, R$ 2,7 bilhões por ano com benefícios. Hoje, o deficit anual gira em torno de R$ 45 bilhões. O julgamento começou em setembro de 2010, mas foi interrompido por um pedido de vistas do ministro Dias Toffoli. Pelo voto do relator, ministro Marco Aurélio Mello, o governo começou perdendo — o que causou preocupação. Uma decisão favorável à volta dos aposentados estimularia uma avalanche de pedidos de recálculo de benefícios.

Nas estimativas da Previdência Social, 500 mil trabalhadores já aposentados permanecem no mercado de trabalho. Para técnicos do governo, o impacto será ainda maior se todos os “desaposentados” pedirem a revisão dos valores pagos. A desaposentadoria ocorre quando o trabalhador que pendurou as chuteiras por tempo de contribuição permanece ou retorna ao mercado, voltando a participar compulsoriamente da Previdência. Para que esses novos aportes entrem no cálculo da aposentadoria, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) precisa rever o valor do benefício.

De nada adiantou a Previdência alegar a necessidade de preservar o ato jurídico perfeito no momento da concessão do benefício, assim como o princípio da solidariedade que norteia o recolhimento das contribuições previdenciárias pagas após a aposentadoria. No sistema de repartição simples, os trabalhadores não possuem uma conta individualizada para a qual deveriam ser canalizados os depósitos feitos para a sua própria aposentadoria, como acontece com o sistema de capitalização usado pelos fundos de pensão. São os profissionais em atividade que “pagam” os benefícios dos inativos.

Discordância
O ministro Marco Aurélio não concorda com essa tese. Ele argumenta que o sistema é solidário, mas que será um “enriquecimento sem causa” se o aposentado que continua na ativa não puder contar com essas contribuições para melhorar o valor do seu próprio benefício. O relator ponderou, entretanto, que até poderia levar em consideração os argumentos da Previdência, caso quem já foi desligado fosse dispensado do pagamento da contribuição previdenciária ou pagasse menos.

No passado, a realidade era essa. Até 1966, o aposentado que voltasse a trabalhar deixava de participar. A partir daquela data, a contribuição passou a ser cobrada, mas era restituída sob a forma de pecúlio quando o empregado deixava de trabalhar definitivamente. O pecúlio acabou em 1994, assim como o abono de permanência — benefício mensal garantido a quem adiava a aposentadoria, mesmo tendo condições de requerê-la.

“O que não consigo agasalhar é que se exija do trabalhador a contribuição previdenciária após a aposentadoria e não se queira fazer a contraprestação, ou seja, que ele, participando em um patamar mais elevado, não tenha direito ao recálculo dos seus proventos”, argumentou Marco Aurélio. O ministro também rebateu o argumento de que uma decisão nesse sentido — de permitir a desaposentadoria — ajudará a aumentar o deficit do INSS. “A deficiência de caixa da Previdência não pode prejudicar o bom direito”, afirmou.

Vânia Cristino


Colaboração

Gumercindo Muni Advogados

Mudança na Lei de Direito Autoral


Brasil abre consulta pública sobre mudança na Lei de Direito Autoral
Os interessados em contribuir com a elaboração do projeto de lei com o qual o Ministério da Cultura irá propor mudanças na Lei de Direito Autoral têm até sábado (30/4) para enviar as sugestões à Diretoria de Direitos Intelectuais do ministério.

O anteprojeto de lei que o ministério abre para consulta pública a partir desta segunda-feira (25/4) indica sete pontos que, segundo a diretoria, necessitam ser aperfeiçoados para regulamentar o uso não apenas de textos literários, de composições musicais, fotografias, mas também de obras intelectuais como sermões, conferências, programas de computador. A finalidade também é aumentar a proteção dessas obras.

Os sete pontos em destaque tratam das limitações aos direitos do autor; usos das obras na internet; reprografia das obras literárias; gestão coletiva de direitos autorais; supervisão estatal das entidades de cobrança e distribuição de direitos; unificação de registro de obras e controle de obras feitas sob encomenda.

Após o fim do prazo da consulta, o anteprojeto será debatido no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), em audiências públicas nas comissões de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e do Senado e em ao menos um evento público que o ministério promete realizar no final de maio. A previsão é que o projeto de lei resultante de todo o debate público seja enviado à Casa Civil em 15 de junho para, então, ser encaminhado ao Congresso Nacional.

As contribuições deverão ser encaminhadas em formulário específico disponível no site do ministério (www.cultura.gov.br) para o e-mail revisao.leiautoral@cultura.gov.br. Quem preferir pode enviar o formulário para a Diretoria de Direitos Intelectuais (DDI/MinC), no endereço SCS Quadra 09, Lote C, Ed. Parque Cidade Corporate – Torre B, 10º andar, CEP: 70.308-200, Brasília (DF).

De acordo com uma pesquisa divulgada há uma semana pela Consumers International, o Brasil tem a quarta pior legislação de direitos autorais entre os 24 países avaliados. Segundo a organização composta por órgãos de defesa do consumidor de vários países, o Brasil ficou à frente apenas da Tailândia (a pior situação), Chile e Reino Unido. Na avaliação da entidade, nesses lugares, as leis de propriedade intelectual castigam os consumidores, dificultando-lhes o acesso a serviços e produtos culturais. No Brasil, o levantamento foi feito com a contribuição do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

O relatório da Consumers International destaca que os países em desenvolvimento são os que detêm as leis mais prejudiciais ao consumidor. Uma das críticas feitas é a punição excessiva prevista aos consumidores considerados infratores da lei quando realizam tarefas cotidianas como, por exemplo, transferir arquivos de um equipamento para o outro, para uso pessoal. Por outro lado, não há qualquer punição prevista aos fornecedores que cerceiam os direitos do consumidor.


colaboração

Gumercindo Muni Advogados

Rio de Janeiro - Bairros Inundados pelas chuvas, veja fotos e vídeo


Defesa Civil orienta moradores de áreas de risco a abandonarem residências

Carro é encoberto pela água na Tijuca: em quatro horas, choveu o volume equivalente a 40 dias na região. - Celso Pupo/Agência O Globo

Forte chuva na cidade deixa o Rio Joana, na Tijuca, zona norte da cidade, inundado, próximo a Rua São Francisco Xavier. - Celso Pupo/Agência O Globo
Forte chuva transborda o Rio Joana, na Tijuca, no cruzamento da Rua São Francisco Xavier com Manuel de Abreu. - Celso Pupo/Agência O Globo


Chuvas causam transtornos no Rio de Janeiro. Motoristas ficam engarrafados debaixo do Elevado Paulo de Frontin. - Marco Antonio Teixeira/Agência O Globo

As fortes chuvas que atingiram o Rio de Janeiro na noite desta segunda-feira deixaram a cidade em estado de alerta, provocaram a inundação de bairros e a interdição da Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá.
A Defesa Civil da cidade registrou pelo menos quatro pontos de deslizamento nas favelas JK, Andaraí, Borel e Chacrinha, todos sem nenhuma vítima. Outro ponto de deslizamento se deu na Autoestrada que liga Grajaú a Jacarepaguá. Uma pedra se desprendeu das rochas e rolou para a via em frente ao Morro da Árvore Seca, provocando a sua interdição completa. Equipes da Geo-Rio já foram deslocadas para o local com o objetivo de fazer avaliação geotécnica.
Na Tijuca, choveu cerca de 200 milímetros em apenas três horas, quantidade correspondente ao volume médio de 40 dias. Sirenes da Defesa Civil alertaram os moradores de regiões de risco a deixarem suas residências e procurarem abrigo em locais mais seguros. O alerta foi dado nas comunidades do Borel, Formiga, Chacrinha, Cotia, Arrelia, Encontro, Santa Terezinha, Dona Francisca e Cachoeira Grande. 
Na Praça da Bandeira, um homem foi encontrado morto, vítima de afogamento.
A Supervia informa que as estações de trem Mangueira, Maracanã e Praça da Bandeira estão fechadas na manhã desta terça-feira. Os ramais Bangu, Deodoro e Campo Grande operam apenas parcialmente. 
Alguns bairros da cidade permanecem sem luz desde a noite desta segunda-feira. A Light, a concessionária responsável pelo fornecimento no Rio de Janeiro, disse que ainda não há previsão para o restabelecimento da energia.

Katy Perry desbanca Lady Gaga e coloca mais um single no topo da Billboard

Mais um single de Katy Perry alcançou o primeiro lugar no ranking da Billboard. A música E.T, uma parceria com Kanye West, faz parte do álbum Teenage Dream, que já teve outros três singles no topo da parada americana: Califórnia GurlsTeenage Dream e Firework.

Para chegar lá em cima, E.T. desbancou Born this Way, de Lady Gaga, que estava na primeira posição havia seis semanas. Com a marca, Kate Perry se iguala a ícones da música como os Beatles, Michael Jackson e Whitney Houston, que também já tiveram pelo menos quatro singles na liderança da Billboard.

fonte:  http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/kate-perry

Pior acidente nuclear da história custou mais de R$ 280 bilhões

Apesar das consequências de Chernobyl, primeiro-ministro ucraniano defendeu usinas
Do R7, com agências internacionais
Alexander Khudoteply/26.04.2011/AFP
Mãe ucraniana chora enquanto segura a foto de seu filho, que morreu por conta do desastre de Chernobyl

No dia em que o acidente na usina nuclear de Chernobyl completa 25 anos, o primeiro-ministro ucraniano, Nikolai Azarov, anunciou que a pior crise nuclear da história custou R$ 281 bilhões (US$ 180 bilhões).
- O percentual de despesas destinado a esse fim [superar o acidente] chegou a representar 10% do Orçamento anual da Ucrânia.
Azarov detalhou que, por causa da explosão de 26 de abril de 1986 em Chernobyl, 145 mil km2 dos territórios da Ucrânia, Belarus e Rússia foram contaminados. Ao todo, 2,2 milhões de ucranianos receberam o status de vítimas de Chernobyl.
Mesmo com desastre de tal proporção, o Azarov garantiu na véspera à agência de notícias EFE que "renunciar às tecnologias nucleares é como proibir os computadores".
Uma pesquisa divulgada na semana passada revela que quase 70% dos ucranianos são contrários à construção de novas usinas e 39,4% consideram que as atuais plantas são perigosas.
O primeiro-ministro ucraniano agradeceu ainda à comunidade internacional pelo R$ 1,2 bilhão (550 milhões de euros) arrecadado na semana passada para construir o novo sarcófago sobre o quarto reator da central e completar outros programas de desativação.
Presidente russo propõe convenção sobre segurança nuclear
O presidente russo, Dmitri Medvedev, que visita o prédio da central nuclear de Chernobyl, anunciou nesta terça-feira (26) que vai propor uma convenção internacional sobre segurança nuclear.
A ideia é determinar medidas que visam, principalmente, evitar acidente de consequências catastróficas mundiais.
Chernobyl espalhou há um quarto de século 200 t de material físsil com radioatividade equivalente a 500 bombas atômicas como a de Hiroshima, que atingiu o Japão no fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945.
A radiação afetou a mais 5 milhões de pessoas, principalmente na Rússia, Ucrânia e Belarus, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Natalie Portman diz que 'Thor' a livrou de colapso nervoso


A atriz confessa ter escolhido filmes leves depois do drama 'Cisne Negro'

'Thor': Natalie Portman é a enfermeira Jane Foster na cena com Chris Hemsworth (Divulgação)
Depois de ganhar o Oscar 2011 de melhor atriz por sua atuação no drama Cisne Negro, Natalie Portman confessou ter escolhido seguir com filmes leves porque estava à beira de um colapso nervoso. Ela é uma das estrelas de Thor, com o também premiado pelo Oscar Anthony Hopkins. O filme é baseado nos quadrinhos e entrará no circuito brasileiro nesta semana. (Assista à crítica de VEJA). 
Ao jornal The Sun, Natalie disse que sua participação no longa sobre um super-herói "provavelmente atrasou o início de um colapso total por conta do esforço com Cisne Negro.Colapso que deve bater a qualquer momento". "Tive um ótimo e longo intervalo. Eu podia comer quando quisesse e me exercitar quando tivesse vontade."
A atriz comentou ainda a participação na comédia romântica Sexo sem Compromisso. "Eles não cobraram muita pesquisa. Também não exigiram nenhum treinamento físico específico. Ambos foram projetos muito divertidos, cercados de amigos. E também foram as experiências de trabalho mais gentis que eu poderia ter, depois das situações extremas vividas em Cisne Negro".
No drama que lhe rendeu a maior premiação cinematográfica da atualidade, Natalie interpreta uma bailarina que, em busca da perfeição, começa a se autodestruir. Mesmo com seu trabalho árduo e com as intensas aulas de dança, a atriz se meteu em polêmica sobre o uso de dublê nas coreografias do filme. Natalie também ganhou o Globo de Ouro pelo papel.

Polícia encerra buscas por suspeitos que participaram de tiroteio na região do Ibirapue

Três criminosos acabaram mortos a caminho de hospitais; dois policiais estão internados


Polícia recolheu armas dos suspeitos baleados na madrugada desta terça-feira
Mario Ângelo/Sigmapress/AE


A Polícia Militar de São Paulo afirmou, no início da tarde desta terça-feira (26), que encerrou as buscas pelos suspeitos de terem furtado um caixa eletrônico dentro do Clube Ipê, na região do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, e de terem participado de um tiroteio contra a PM.

Após o furto, os bandidos atiraram contra uma base da polícia. Na troca de tiros. três suspeitos acabaram morrendo a caminho de hospitais e, por volta das 13h, dois PMs ainda estavam internados no hospital São Paulo, sem risco de morrer. Um dos policiais teria levado um tiro na mão e o outro teria sido atropelado.

A troca de tiros na região do Ibirapuera ocorreu depois que os homens fortemente armados furtaram um caixa eletrônico do Clube Ipê. Durante toda a manhã, a polícia esteve no local e fez buscas pelos suspeitos, mas ninguém foi encontrado. Segundo a polícia, os bandidos furtaram o caixa que fica na rua Estado de Israel, por volta das 4h45.

Durante a fuga, passaram por uma base da polícia na esquina da avenida Ibirapuera com a rua Borges Lagoa e iniciaram disparos. De oito a dez homens armados teriam atirado com metralhadoras e fuzis. Ainda segundo a PM, foram recolhidos uma pistola e um fuzil. O caso foi registrado no 36º DP (Distrito Policial).



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