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Achaque de policiais causou ataques do PCC

"Fachada do 74º DP (Taipas), atacado em 14 de maio. Conforme o estudo internacional, 'a corrupção policial teve um papel importante neste caso'"

Em março de 2005, um ano antes da rebelião em 74 presídios e dos ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) nas ruas do Estado de São Paulo, Rodrigo Olivatto de Morais, enteado de Marcos William Camacho, o Marcola, líder da facção, foi sequestrado por policiais civis de Suzano, na Grande São Paulo. Só foi solto depois que Marcola pagou o resgate de R$ 300 mil. O chefe do PCC ficou indignado com o achaque. No dia 12 de maio de 2006, véspera dos ataques do PCC, Marcola fez um comentário no Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic): 'Não vai ficar barato.'
No inquérito feito pela Corregedoria da Polícia Civil, o delegado assistente, Hamilton Antônio Gianfratti, depois de citar dados do sequestro, afirma que o crime ajudou a deflagrar a revolta do PCC. 'Aflora dos autos sérios indicativos direcionados à possibilidade deste fato erigir-se à causa deflagradora dos históricos e tristes episódios que traumatizaram o povo de São Paulo, traduzidos nos atentados em todo o estado pelo PCC.' O sequestro de Morais foi revelado pelo Estado em 2008.
Os achaques abusivos de policiais aos criminosos paulistas foram fundamentais para os ataques de maio de 2006. A conclusão é apontada em relatório intitulado 'São Paulo sob Achaque: Corrupção, Crime Organizado e Violência Institucional em Maio de 2006'. As pesquisas começaram a ser feitas em outubro de 2006 por 24 pesquisadores da organização não governamental (ONG) Justiça Global e pela Clínica Internacional de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard, com apoio de outras entidades.
Trata-se da primeira tentativa de explicar o processo que levou aos ataques do PCC, cinco anos depois do acontecimento histórico paulista, que ainda não teve nenhum relatório ou documento oficial para tentar descrever os fatos. 'Assim como ocorreu em novembro nos ataques do Comando Vermelho no Rio de Janeiro, a corrupção policial também teve papel importante nos ataques de maio de 2006 em São Paulo. Isso foi pouco discutido por aqui. Entender as causas do ocorrido é importante para saber o que precisa ser mudado', afirma um dos coordenadores da pesquisa, Fernando Delgado, da Clínica de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard.
A transferência em massa de líderes do PCC para penitenciárias de segurança máxima no interior e a tentativa de prejudicar o então candidato a presidência, Geraldo Alckmin (PSDB), identificado pelas lideranças presidiárias como responsável pelo Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), também foram importantes para a decisão dos criminosos. E sempre foram apontadas pelas autoridades como as causas principais dos ataques.
O desconhecimento do sequestro e dos constantes achaques atrapalharam as avaliações. Nem o ex-secretário de Administração Penitenciária, Nagashi Furukawa, nem o então governador do Estado, Claudio Lembo, souberam à época do caso. Nagashi, por exemplo, sempre atribuiu a revolta dos criminosos à transferência maciça dos presos. 'Eu não tinha informações sobre o sequestro e por isso nunca fez parte da minha avaliação', explicou Furukawa.
Sete mortos. O promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, que atuou no caso do sequestro do enteado de Marcola, concorda que a corrupção policial foi importante para provocar os ataques. Ele cita outro caso ocorrido em Suzano, protagonizado pelo investigador Augusto Peña, o mesmo que em 2005 havia se envolvido no sequestro de Marcola. Segundo investigações, policiais de Suzano negociaram a fuga de um integrante da cadeia por R$ 40 mil. Mas a fuga acabou não acontecendo.
Os bandidos foram cobrar a dívida. Em abril de 2006, um mês antes do ataque, integrantes do PCC promoveram atentados à delegacia que resultaram em sete mortes - duas vítimas eram carcereiros. 'Entre 2005 e 2006, vivíamos o auge da corrupção policial aqui na região. Os casos não paravam de estourar. A situação melhorou depois que a Corregedoria de Polícia passou a ser vinculada ao gabinete da Secretaria de Segurança. Mas é difícil saber até quando isso vai durar', diz o promotor.
O Estado conseguiu falar com o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto. Ele concorda que a corrupção policial era intensa naquela época e afirma que por esse motivo tem centrado seus esforços no combate ao problema. O atual secretário de Transporte e Logística, Saulo de Castro Abreu Filho, que era Secretário de Segurança durante os ataques, não quis comentar o tema.

FONTE: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=28663174




Confome sugerido pelo leitor do Jornal Cidade em Foco em Michigan - E.U.A sob o pseudônimo [ (do grego antigo ψευδώνυμος, composto de ψευδο- "pseudo-" e ὄνομα "nome", ou seja, "nome falso"), é um nome fictício usado por um indivíduo como alternativa ao seu nome legal.]  de  "CÃO" , 

segue abaixo o SIGNIFICADO DA PALAVRA  "ACHAQUE"



Significado de " Achaque "

s.m. Padecimento sem gravidade.
Fig. Vício, defeito moral, imperfeição.
Pretexto, motivo.
Lamúria, chasco.





Aproveitamos a oportunidade para agradecer aos leitores  de  Michigan - E.U.A  



na pessoa do leitor   "CÃO", pelas visualizações e acessos diários ao Jornal Cidade em Foco.







2 comentários:

  1. A PRIMEIRA VEZ QUE LI A MATÉRIA ACHEI BEM INTERESSANTE, PORÉM, O QUE MAIS ME CHAMOU A ATENÇÃO FOI A PALAVRA "ACHAQUE", QUE DE FATO, NAO É NADA USUAL. ELA ME FEZ ATE PEDIR "AJUDA AOS UNIVERSITÁRIOS" PARA ENTENDER. ACHO OTIMA A IDEIA DE USAR PALAVRAS QUE SIRVAM PARA ENRIQUECER O VOCABULARIO, PORÉM COMO SUGESTÃO, POR QUE NAO COLOCAM NO RODAPÉ O SIGNIFICADO DA PALAVRA!? SERIA OTIMO!

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  2. Obrigada por participar e se interessar pelo conteúdo em nosso Jornal, a palavra achaque

    Significado de Achaque

    s.m. Padecimento sem gravidade.
    Fig. Vício, defeito moral, imperfeição.
    Pretexto, motivo.
    Lamúria, chasco.


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